sexta-feira, 18 de julho de 2014

Sobre amar viajar e odiar voar

Uma das coisas que mais amo nessa vida é viajar. Talvez porque sou extremamente (extremamente) apegada à rotina no dia a dia, já que é o jeito como eu consigo me organizar e dar conta do que é preciso fazer sem grandes momentos de estresse. E é quando estou viajando, quando estou de férias ou num momento de descanso, que eu me desapego completamente dela: esqueço que existe e não me importo nem um pouco de não estar seguindo nenhum tipo de planejamento mais específico.

A vista é maravilhosa.

Viajar pra mim é maravilhoso independente de eu estar conhecendo lugares novos ou de estar voltando aos lugares que amo, mas dos quais estou longe. Acho que nunca me sinto tão feliz e tão realizada como quando estou viajando, mesmo que eu tenha uma facilidade incrível pra passar mal longe de casa , o que me faz estar sempre atrás de canja de galinha (o estômago, amigos, ele é muito fraco) (e não sei andar em meios de transporte alternativos, tipo barco, sem precisar de remédio) (e o remédio também me deixa desconfortável). Talvez  eu goste tanto de estar longe de casa  de tempos em tempos porque não existe jeito melhor de ser lembrada do quão grande – do quão enorme – o mundo é e de como ele está  cheio de coisas e pessoas para descobrir.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Copa das copas, Copa dos plot twists ou Copa que não vai ser nossa

É difícil explicar, entender ou acreditar no que aconteceu ontem no Mineirão. Por mais contestadas que algumas escolhas do Felipão tenham sido, por maior que seja a superioridade dessa seleção alemã em relação à nossa seleção atual, sete a um não é um resultado que faça sentido ou que faça jus aos jogadores que nós temos, ainda que eles talvez não sejam o que estamos acostumados a chamar de jogador de Seleção brasileira.

Se o que aconteceu ontem foi pane, se é - aproveitando que o Leo DiCaprio esteve aqui na abertura da Copa - um pesadelo coletivo do qual a gente ainda vai acordar, não sei dizer.

Foi feio. Foi triste. Até derramei umas lagriminhas depois daqueles inacreditáveis seis minutos sobre os quais falaremos pros nossos netos.

Mas OBVIAMENTE não estou com vergonha de ser brasileira porque nossa seleção de futebol perdeu um jogo, mesmo que tenha sido horroroso. Assim como em 2006 e 2010, "não deu". Até 2018, na Rússia, tem muito tempo pra aprender, crescer e melhorar até lá, se os envolvidos e aqueles a quem isso compete quiserem.

Mesmo depois de ontem, porém, essa Copa continua sendo maravilhosa. Se tivemos tantos plot twists nela - a goleada da Holanda na Espanha, a Costa Rica deixando três campeões mundiais pra trás e dando uma canseira na Holanda, a mesma Alemanha que deu um banho nos nossos meninos passando sufoco pra passar pela Argélia - o de ontem foi mais um pra lista. Pra quem não estava envolvido, certamente foi bem engraçado, como foi pra gente ver Portugal levando quatro (ei, pelo menos eles não fizeram gol de honra. Nem mesmo tendo o melhor do mundo).

Contra as previsões catastróficas que diziam que o país não conseguiria sediar esse evento, não só conseguimos como estamos fazendo uma ótima Copa. Problemas teve, coisa que não ficou pronta a tempo também teve. Mas problemas, como a gente sabe, sempre tem. E já que a gente adora o olhar estrangeiro (uma pena que com tanta freqüência seja com inferioridade), todo mundo já sabe que eles em geral têm deixado nosso país com uma impressão positiva. Quanto à nossa Copa e quanto ao nosso povo, que acolheu os visitantes tão bem.

E que Copa boa de acompanhar vem sendo essa. Com tantos gols (os de ontem a gente ignora), tantas viradas, começando bizarramente com um gol contra, com times desacreditados avançando e vários grandes caindo logo na primeira fase, com gifs extraordinários e memes melhores ainda.


Que momentos, amigos.

E se ontem doeu lá no meu âmago - porque eu sempre me permito ter esperança e inclusive mandei todo mundo sair com o pensamento negativo pra bem longe - eu ao mesmo tempo fico feliz porque torci.

Nesse post muito bacana da Anna sobre esse hábito de sofrer com o futebol que a gente tem, contei nos comentários um pouquinho sobre o meu próprio hábito de sofrer. Já torci muito pelo Grêmio, que sempre vai ser meu time do coração, e sofri muito por ele também. Nunca vou esquecer do tamanho da minha decepção em 2007 na final da Libertadores que perdemos, embora, pensando racionalmente, ter chegado lá já tenha sido um feito enorme (e foi inesperado). O trajeto até chegar lá foi cheio de emoção. Torcer às vezes dói, mas às vezes também traz muita alegria.

Tem uns bons três anos que larguei o time de mão. Nunca vou trocar de time e não sei como tem quem consiga fazer isso, mas a verdade é que acho Gauchão chato, acho Brasileirão chato, e os jogos têm sido... chatos. Prefiro até assistir aos times da Europa pros quais eu nem ligo porque fazem jogos melhores (não que eu faça isso com frequência). Só que nesses casos o resultado simplesmente não é importante, mesmo que eu simpatize mais com algum dos dois times. Sentar no sofá pra ver, sei lá, um clássico espanhol pode até ser gratificante futebolisticamente falando. Mas o que acontece lá não tem relevância pra mim, não me move, não me afeta.

Essa Copa me lembrou o quão incrível é torcer, torcer de verdade. O quão fantástico é comprar uma bandeirinha pro carro e ver a cidade decorada, é tocar a corneta na janela junto com dezenas de vizinhos que eu não conheço, é comemorar um gol lindo que enche nossos olhos, é fazer de conta que tá tudo normal quando a gente ganha um pênalti de presente e xingar o juiz quando ele não nos dá um que de fato existiu, é sentir o coração disparar loucamente na cobrança dos pênaltis e querer dar um abraço coletivo no Júlio depois de passar por eles. E é conseguir rir pra não chorar quando aquilo que ninguém queria ver acontece.

Tive um professor no meu primeiro semestre na faculdade que disse que o motivo por que a gente vai numa festa, vai a um show, vai a um estádio de futebol (ou se reúne na frente da tv) é a nossa necessidade de vibrar em conjunto. E eu concordo com ele. É por isso que a gente se reúne e, além de tudo, se dirige pro twitter: pra gritar, xingar, chorar e rir de nervoso juntos. Ou por que o já tradicional hino cantado a capella é um momento tão poderoso que leva alguns brasileiros às lágrimas e provoca arrepios mesmo em gente que não tem nada a ver com o Brasil. Porque naquele momento, milhares estão ali pelo mesmo objetivo.

Ontem, perdemos e perdemos feio. A nossa seleção foi humilhada, levou porque errou uma vez após a outra. Claro que a vitória é mérito do adversário, mas muito desse resultado vem dos erros do nosso time, que falhou e foi muito. Sabe-se lá o que houve.

Fiquei triste e as entrevistas do Júlio César e do David Luiz logo depois do fim da partida me deixaram meio lacrimosa. Porque eu fico triste vendo qualquer jogador compreendendo a dimensão da própria falha e da própria derrota, e não seria diferente com os nossos. Mas juro que foi menos doído do que teria sido se a gente tivesse chegado perto de se classificar. Claro que ainda assim preferiria que a seleção tivesse perdido de um jeito mais honroso, mas teria sido mais difícil de lidar. A goleada foi tão surreal que fiquei meio anestesiada.


Quem é que queria ver esse homem chorando ontem? Ninguém, né.

Perdemos, mas a vida segue (embora o fim da Copa e a goleada que levamos tenham a capacidade de politizar e conscientizar zero pessoas, diferente do que os amigos do Facebook parecem acreditar). Perdemos, mas é só uma competição, é só futebol (embora isso dê zero motivos pra patrulha da emoção alheia criticar quem extravasou a emoção e a decepção através de lágrimas copiosas).

Mas a Copa não acabou pra gente ainda. Nem como anfitriões nem como torcedores. A Seleção fez feio ontem, mas não é feio lutar pelo terceiro lugar. Aliás, terceiro (ou mesmo quarto) entre 32 é bastante coisa. Não sei como vai ser pra estabilizar o emocional desse time, mas torço pra que isso aconteça e vou torcer muito pelo terceiro lugar no sábado. E torço pra me emocionar de novo ouvindo um estádio inteiro cantando o hino, unidos pelo mesmo objetivo. Nem que seja só pra provar que não somos "brasileiros com muito orgulho, com muito amor" só quando estamos ganhando.

E quanto ao resto da Copa: pra Holanda e Argentina fico dividida. Não queria era nenhuma na final, mas, por outro lado, a torcida holandesa não faz musiquinha dizendo que alguém é maior que Pelé (parem, hermanos, vocês sabem que estão errados). Depois desse mês de declarações de amor ao Brasil do Podolski (vão lá ler o twitter dele - recomendo - porque o tweet ocupou muito espaço do post), depois de o nosso amigo Schweinsteiger (joguei no Google mesmo) vestir a camisa do meu time (vem, Bastian!) e tudo, depois do show de classe e respeito da seleção alemã após a goleada inacreditável em cima do Brasil, estou aqui à espera do tetra deles. Mesmo que me doa um pouquinho torcer por um time europeu numa Copa que, por um tempinho, foi tão latino-americana.

Em 2018, a gente espera, #éTois (o que raios é isso?) e vem o hexa e o primeiro título que as crianças que não tavam nem na barriga da mamãe em 2002 vão ver. Por ora, não esqueçam que todo mundo tenta, mas só o Brasil é penta #chupahater.

domingo, 22 de junho de 2014

Sobre mil e uma séries de tv

Fico muito feliz quando consigo convencer alguém a assistir alguma das minhas séries preferidas, por isso fiquei bem contente quando a Milena me indicou pra responder esse meme criado pela Tadsh.

Eu gosto de marcar as coisas como vistas na internet porque isso coloca as coisas em perspectiva e ajuda a me lembrar de quanto tempo gastei fazendo isso. Mas eu abandono sem dó até coisas que um dia eu amei a ponto de fazer trabalhos a respeito (aka Lost) ou que eu elogio por aqui ou internet afora com toda a convicção (aka Elementary, Community). Só que, assim como abandono, começo séries a torto e a direito como se não houvesse outras coisas pra fazer, por isso sempre tem pelo menos umas dez na minha grade. Tipo essas:

Mad Men


Falei de Mad Men na minha lista de favoritos do ano passado, e ela é provavelmente minha série preferida atualmente. É bem bacana poder assistir de fora as mudanças que os anos sessenta trouxeram pra sociedade americana, e a gente vê isso através de uma infinidade de personagens e relações. E eles são fascinantes porque são tão bem construídos. A série não tenta fazer de conta que eles são o que não são, por isso não esconde os preconceitos, falsos moralismos, hipocrisia ou vícios de nenhum. A questão do anti-herói pode ser batida hoje em dia, mas muito disso se deve à própria existência do Don Draper. E, embora a série seja focada num cara, e tenha “homens” até no título, Mad Men tem uma meia dúzia de ótimas personagens femininas, tão bem desenvolvidas e relevantes quanto os moços. Eu gosto de como a série é focada nos personagens e não tem muito enredo, e de como você acaba se importando tanto com eles que, chegando no final, ouvir um “I love you” expressado numa vox monótona enche os seus olhos de lágrimas.

True Detective


Comecei True Detective porque era a milésima vez que o piloto estava passando em um dos canais da HBO. Mas fui fisgada rapidinho. Trata de uma investigação policial de um assassinato no sul dos Estados Unidos, e embora a investigação seja bem conduzida e se mantenha interessante de acompanhar ao longo da temporada, o melhor da série, além da fantástica atmosfera de abandono que as locações e a fotografia te proporcionam, se chama Rust Cohle. Esse é o papel da vida do McConaughey (até agora, creio eu, e quem diria que estaríamos falando essas coisas sobre esse homem), que provavelmente vai levar um Emmy pra casa. Rust é um cara quietão, sozinho e bem peculiar que fala coisas estranhas e às vezes desagradáveis porque ele não se importa. O que acontece quando alguém insiste em travar uma conversa com ele é: um meme. A próxima temporada vai ser sobre outra coisa e com outros personagens, e se por um lado isso é bom porque Nic Pizzolatto tem a chance de consertar o problema com relação às personagens femininas, por outro é bem triste, porque a gente não vai ter mais o Rust. Eu não sei se quero viver num mundo onde a gente não tem mais um personagem pra dizer “I don’t sleep, I just dream” numa conversa casual durante uma investigação. (PS: tem outro protagonista, e não é que o Woody Harrelson faça um mau trabalho nem nada, é só que ele ficou com o personagem pra quem ninguém liga muito).

Hannibal

Apesar de amar O Silêncio dos Inocentes, nunca senti muita vontade de assistir aos outros filmes sobre Hannibal Lecter. Nem nunca li os livros. Comecei a assistir à série porque gostei do trailer, mas também porque:


E o piloto foi ótimo. Confesso que não sou uma fã tão ardorosa de Hannibal como a maioria da meia dúzia de pessoas que assiste é, mas ainda assim acho muito boa. O moço por quem comecei a ver esse negócio não decepciona e entrega uma ótima atuação a cada episódio, assim como Mads Mikkelsen, que não se deixou intimidar ao ganhar o papel (e meu coração) que virou ícone na pele do Anthony Hopkins. É uma série violenta, mas de um modo elegante, em que os assassinatos são esteticamente agradáveis e em que as vítimas do Hannibal viram pratos finos muito bonitos, o que deixa tudo ainda mais bizarro. Ela é cheia de jogos psicológicos e cheia de suspense e acerta muito nisso.

Homeland


Saul, eu e o resto do mundo sobre Carrie Mathison.

Claire Danes é uma atriz excelente e nos últimos tempos tem carregado Homeland nas costas. A série do momento sobre a caçada a terroristas se perdeu um pouco no meio do caminho, mas ainda acho as duas primeiras temporadas incríveis: é a pura tensão do jogo de gato e rato entre Carrie, que trabalha na CIA, e Brody, um fuzileiro naval que era dado como morto só pra reaparecer depois de quase uma década sumido. É a pura adrenalina do não saber de que lado Brody está, o que a Carrie vai fazer dessa vez, se alguém vai acreditar na Carrie, se a Carrie está pirando nas suas teorias, se a CIA algum dia vai pegar Abu Nazir???

Downton Abbey


Minha novela das seis favorita, a história que opõe os dramas da aristocrática família Crawley e dos empregados pobres que trabalham na mansão segue firme e forte, com cenários de tirar o fôlego, figurinos lindíssimos e a representação do mundo que vai mudando pra nunca mais ser o mesmo depois da Primeira Guerra Mundial. Já revi as duas primeiras temporadas uma porção de vezes e inclusive escrevi um post explicando por que motivos vocês deviam assistir também – isso lá na época em que tudo era lindo e em que ainda estávamos à espera da famigerada terceira temporada, onde tudo começou a desandar. Eu ainda gosto e acompanho, mas é triste ver que algo que já foi tão bom sendo tão fraco.

The Mindy Project


A única comédia que eu assisto, Mindy não me conquistou logo de cara, mas fico feliz por continuar. Todo episódio me faz rir pelo menos um pouquinho (às vezes, muito), e eu adoro torcer pela Mindy. Ela é uma ginecologista/obstreta bem-sucedida, é alegre, tem sempre uma visão positiva das coisas e quer que a vida seja uma comédia romântica – e ela simplesmente sai e vai à luta. Além disso, me divirto muito com o mau humor do Danny, um outro médico que trabalha com ela (às vezes nos identificamos por aqui, inclusive), e as loucuras do Morgan, um enfermeiro que não tem nenhuma noção do que é um limite. Ah, a série se passa em Nova York, e é sempre mais um motivo pra amar.

Reign


Reign não é exatamente uma coisa boa, mas é uma coisa que prende. É um drama histórico da CW, canal onde ser lindo é obrigação e onde triângulos amorosos são tão importantes que eles inventaram um filho bastardo do Rei Henry II pra competir com o meio-irmão pelo coração da Mary, Queen of Scots. Você não precisa saber muito de história (eu não sei) pra perceber que a série não é historicamente precisa, mas ela não se propõe a fazer isso. Eu gosto do dramalhão, de como todo mundo está sempre pronto pra dar uma facada pelas costas nos outros, de assistir a Mary se transformando de uma menininha meio sonsa em uma rainha mais segura de si e de seu papel, do Francis porque Toby Regbo é bonitinho (#prioridades), dos vestidos de sweet sixteen e das coroas de flores que as meninas usam em pleno século XVI. É um bom e divertido novelão, e seria ainda melhor se a gente não tivesse que aturar um plot sobre sacrifícios pagãos com um quê sobrenatural.

The Newsroom


Eu sei que todo mundo já criticou o Aaron Sorkin por querer dizer como a cobertura de eventos reais deveria ter acontecido quando ele está a um ano de distância desses eventos e já sabe onde vão dar, e eu sei que todo mundo já criticou o fato de a Redação do News Night with Will McCavoy ser muito idealizada. Eu, como não sou imprensa, já critiquei as personagens histéricas, as piadas toscas e o fato de todo diálogo ser berrado. Sorkin me ouviu e, num geral, corrigiu essas coisas das quais reclamei (mas não o resto). Apesar de todos os problemas, gosto da série porque acho uma delícia acompanhar quais eventos que viraram notícia pra gente vão virar notícia lá dentro, e também a correria da redação. Não defendo das críticas, só gosto de acompanhar.

Prosseguir ou não prosseguir, eis a questão

Orphan Black


Orphan Black também foi umas das minhas séries favoritas no ano passado, e eu sigo afirmando que a primeira temporada é absurda de boa, mas a segunda não conseguiu me prender em momento nenhum e parei de assistir no quarto episódio. Sigo afirmando também a total excelência da Tatiana Maslany, que interpreta todo mundo na série de tal maneira que acaba ficando difícil de lidar com o fato de que é sempre a mesma atriz. Mas, enquanto ir descobrindo os clones e conhecendo cada um foi bem fascinante e o estabelecimento da premissa foi ótimo, o desenvolvimento daquilo que a primeira temporada nos deu tem sido tão... tão meh.

Doctor Who


Não faz o menor sentido eu gostar dessa série sobre um alien humanoide que viaja pelo tempo e espaço numa máquina do tempo disfarçada de cabine de polícia dos anos sessenta. Porque eu não gosto de ficção científica, muito menos de coisas que envolvam alienígenas e outros planetas. Mas fui convencida a ver e morri de amores pelo Doctor e pelas viagens pelo espaço-tempo. Tem algo de trash na série e nos seus efeitos ruins, mas ao mesmo tempo é tão cativante. Apesar de eu amar muito a quinta temporada, e de a sétima ter episódios que estão pra sempre no coração, nos últimos tempos a série perdeu um pouco da aura que ela tinha e virou uma coisa confusa que me dá preguiça. Por um lado, quero ver como será o novo Doctor (porque eu sempre adoro esse personagem), mas por outro... não tenho mais nenhuma vontade de ver o resto? Como proceder?

Não sei para quem indicar o meme, por isso se você quiser responder, responda e me avisa pra eu ver!