segunda-feira, 10 de novembro de 2014

One Lovely Blog Award

Acho que já ficou bem claro que eu adoro um bom meme - principalmente quando não sei sobre o que postar, mas também porque eles são um modo simples de escrever um post mais descontraído onde a gente fala sobre coisas que não necessariamente saberia como estruturar num texto com começo-meio-fim. A Thay me indicou pra esse aqui e achei bem bacana, principalmente porque ele me deu a oportunidade de pensar um pouco mais sobre mim enquanto blogueira, e sobre essa estranha experiência de escrita que é esse blog - uma coisa que nunca tinha feito antes.

1. Por que decidiu criar um blog e quando começou?
Confesso que quando criei meu primeiro blog, lá pelos onze, doze anos, foi só porque um grupo de amigas minhas também tinham (depois disso, poucas vezes fui suscetível à peer pressure, juro). Eu não sabia direito como funcionava a coisa e logo abandonei aquele blog: aliás, imaginem os posts. Dito isso, voltei a blogar umas 500 vezes ao longo de todos esses anos. Porque toda vez que eu tento desistir, minha vontade de escrever me puxa de volta. Eu nunca vou ser livre.

2. Quais benefícios o blog te traz?
O benefício de falar o que eu penso, principalmente quando eu estou morrendo de vontade de comentar alguma coisa e sei que ninguém vai estar a fim de ouvir. É o caso, por exemplo, daquele post longuíssimo sobre o final (traumático) de How I Met Yout Mother - é muito bom ter onde reclamar longamente sobre as coisas. Ou refletir sobre elas. Ainda não tenho forças pra falar sobre certos assuntos mais sérios aqui - tipo sobre as eleições ou as respostas horrendas da internet a vídeos sobre assédio na rua -, mas outra coisa que o blog me trouxe foi uma rede muito grande de outras pessoas que escrevem, sim, sobre esses assuntos e que me ajudam a pensar melhor sobre eles. Fora isso, eu gosto muito de escrever, e esse é o espaço mais livre que eu tenho para exercitar minha escrita. Ainda que ela precise melhorar muito, sinto que, desde o começo, já avancei um tantinho.

3. Qual é o post mais acessado?
É meu top 10 de episódios de Gilmore Girls, e que bom que elas chegam aqui através dele - quer dizer, essa série é uma das minhas coisas favoritas na vida. Dito isso, não tenho certeza de que selecionar só dez episódios foi uma boa ideia: dez não é um número suficiente. Aliás: quando vamos fazer uma maratona coletiva das Gilmore?

4. Você usa as redes sociais?
Não pro blog. O máximo que eu faço é divulgar a maior parte dos meus posts pelo Twitter. Também uso o Tumblr (#fangirl), vez que outra o Instagram, e as redes sociais que servem pra marcar as infindáveis horas que passei lendo, no Goodreads, vendo filme, no Filmow. Não vou linkar o feice pois odeio muito aquela rede.

5. Como o blog tem evoluído?
Acho que o blog em si não tem evoluído muito. Tenho menos leitores aqui do que no meu extinto blog literário, mas não dou tanta importância pra isso, pois seja lá quantos comentários um post tenha, se eles forem tão... dedicados (?) como costumam ser, eu fico extremamente feliz. Queria poder dizer que ao longo da vida me tornei uma blogueira mais regular, que posta consistentemente, sempre atualizada, mas... não é assim, né?

6. Já viveu algum fato importante por causa do blog?
Fato importante não. Meus blogs sempre foram e sempre serão blogs pequenos, que não me dão nenhum retorno financeiro e nem me mandam a lugar nenhum (fisicamente, quero dizer). Mas, é claro, sou muito grata por ter conhecido várias pessoas bacanas por causa da blogosfera! Os comentários de vocês, ou a presença de vocês nas minhas timelines, são muito valiosos. Ah, e pra não esquecer: por um curto período de tempo, fui hóspede do Just Lia, quando a Lia tinha vários hóspedes. Eu sempre adorei esse blog, que acompanho (mesmo que menos) até hoje, e fiquei emocionadíssima quando ela me convidou.

7. De onde nasce a inspiração para escrever e continuar com o blog?
Da vida, do universo e tudo mais. Não, sério. De um livro ou de alguma outra obra de ficção, de prestar atenção em pessoas na rua que eu provavelmente nunca mais vou ver, do aplicativo de dicionário do meu telefone, da falta de atualização do próprio blog... Ou dos memes, quando falta assunto, haha.

8. O que você tem aprendido a nível pessoal e profissional esse ano?
A nível profissional, tenho aprendido a ser menos receosa nas minhas traduções, especialmente quando elas são do português para o inglês, mas mesmo no par inverso. Tive muitas matérias práticas esse ano e tem sido extremamente proveitoso. Acho que a nível pessoal é sempre muito, muito mais difícil de refletir a respeito, porque a gente sempre aprende um apanhado de coisas que dificilmente consegue colocar em palavras. Mas o mais importante mesmo é que estou aprendendo cada vez mais a não me importar com a opinião alheia e fazer as coisas porque eu quero, porque me sinto bem. E a lidar um pouquinho melhor com o milhão de coisas que eu preferia não fazer, mas preciso. E faço.

9. Qual é sua frase favorita?
Be kind, for everyone you meet is fighting a hard battle.
(Atribuem essa frase a todas as pessoas do mundo, mas não sei de quem é. De qualquer maneira, quero colar isso na minha parede. Be kind. Be kind. Be kind.)

10. Qual conselho você daria para quem está começando agora no mundo do blogs?
Fazer isso porque ama. Porque ama escrever, fotografar, desenhar... Porque ama livros, porque ama cinema, porque ama moda, porque ama arte, porque ama pensar sobre as relações humanas. Blogar porque você precisa compartilhar alguma coisa com alguém. Acho que o única jeito de um blog dar certo é porque você ama o espaço que tem. Deve ser bem mais difícil se a intenção por trás dele é ganhar alguma coisa.

11. O que os blogs que você vai indicar tem em comum?
Não vou indicar nenhum blog porque já vi esse meme em todos os cantos e faz um tempinho que ele vem circulando, então acho que muita gente já respondeu. Mas se eu fosse indicar, o que os blogs teriam em comum é o fato de serem super bem escritos por pessoas super bacanas que tem insights ótimos sobre a vida e seus derivados (ou: a ~arte), e elas estão por aqui. De qualquer modo: sintam-se à vontade para responder, e me avisem se fizerem isso pra que possa ler!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Mistral, quididade e experiências numinosas

Quando comecei minha primeira cadeira de tradução na faculdade, há um ano, uma das primeiras decisões que tomei foi a de instalar um dicionário no meu telefone. O Google Tradutor é um bom aliado, ainda que confiar demais nele nunca seja uma boa ideia, mas eu logo descobri que ele – ou qualquer dicionário bilíngue – nunca me bastariam. Antes de partir na (às vezes sangrenta) batalha em busca de um bom equivalente, nada melhor do que ler uma definição.

De uns tempos pra cá, talvez devido a uma atualização, o app escolhido na época, o Dictionary.com, passou a me enviar a "palavra do dia" todas as manhãs e, toda manhã, eu leio a definição, mesmo que inevitavelmente acabe esquecendo dela minutos depois. Semana passada, talvez na segunda, a palavra do dia era mistral, que eu nunca tinha ouvido ou lido antes.
mistral substantivo 1. um vento frio, seco, setentrional, comum no sul da França e em regiões vizinhas.
O mistral é um vento que sopra do sul da França para o Mediterrâneo. Não teria nada demais nessa palavra, exceto que, por coincidência ou destino, dependendo de como você interpreta a situação, mais tarde naquele mesmo dia eu lia Esta valsa é minha, romance semiautobiográfico da Zelda Fitzgerald (a esposa do Scott, essa mesma). No livro, em determinado momento, os personagens vão viver na Riviera Francesa. Duas vezes, naquele mesmo dia, li o narrador do romance falando no tal do mistral que soprava.

Achei a experiência curiosa e, se fossem números ao invés de uma palavra, teria jogado eles na loteria. Como não eram números, valeu muito pela curiosidade – por exemplo, a de pensar que ventos específicos têm um nome, coisa em que eu nunca tinha parado para pensar, apesar de sempre ter ouvido falar do minuano. Valeu também pela sensação maravilhosa de efetivamente adicionar mais uma palavra, ou expressão, ao vocabulário. E isso, pra quem escreve – ou pra quem traduz – é sempre relevante, mesmo que na hora não pareça.

Já que eu leio pra compreender melhor a vida, vou citar outro livro que esteve me fazendo companhia por esses dias: em The Raven Boys, um Young Adult sobrenatural do qual eu ainda quero muito falar nesse blog, Richard Gansey (Terceiro), um menino extremamente privilegiado que pode fazer o que quiser da vida, passa uma quantidade considerável de tempo lendo e pesquisando (para fins particulares, mas não vem ao caso agora). Numa conversa casual sobre esse negócio com o qual ele é obcecado, que envolve antigos reis galeses e linhas espirituais pelas quais as almas dos mortos se deslocam, Gansey pondera que tem alguma coisa nessas linhas que “fortifica ou protege os cadáveres. A alma. O… animus. A sua quididade”. Para o alívio da protagonista, nas palavras do próprio texto, um terceiro menino intercede, lembrando Gansey de que ninguém sabe o que é quididade ("Tudo aquilo que faz com que uma pessoa seja o que ela é", ele explica). Na mesma conversa, esse terceiro garoto precisa lembrar o amigo de que ninguém sabe quem é Ned Kelly (um criminoso australiano). É quando Gansey parece tão inocentemente surpreendido pelo fato de Ned Kelly não ser conhecimento compartilhado por todos que a protagonista percebe que o menino nunca teve a intenção de ser condescendente com ninguém.

É só uma passagem do livro (ainda que ela reapareça, com algumas variações, em outros momentos), mas não consegui esquecer dela porque nunca antes na vida me identifiquei tanto com uma criatura meio prodigiosa e extremamente privilegiada. Não que eu saia por aí falando sobre quididade (dicionarizada, mas eu nunca tinha ouvido falar) ou incluindo expressões em latim nas minhas conversas, mas já ouvi que a vida não era uma dissertação do vestibular.

Só que não se trata de usar palavra nenhuma com a finalidade de impressionar ninguém – nem mesmo nos meus trabalhos acadêmicos (só vou atrás de sinônimos se as repetições realmente estão passando dos limites) – mas porque, às vezes, depois que você aprende uma expressão e qual é o sentido dela, nenhuma outra que você conhecia antes parece funcionar tão bem. Uma das primeiras discussões que me lembro de ter tido no curso de Letras foi sobre sinônimos e, quanto mais penso nela, mais sentido parece fazer: não existem sinônimos perfeitos porque, se duas palavras expressassem exatamente o mesmo sentido, não haveria razão para que as duas existissem.

Daí me lembra a minha insistência irredutível, lá na Tradução do Inglês I, quando trabalhávamos um texto sobre a transferência das tribos de indígenas americanos para o Território Indígena no Oklahoma, em traduzir "the numinous sensation" por "a sensação numinosa". Mas ninguém nunca ouviu falar em numinoso. Nem em numinous, eu diria.
numinoso adjetivo 1. pertencente ou relativo ao nume; espiritual ou sobrenatural. 2. que ultrapassa a compreensão ou o entendimento; misterioso. 3. que desperta sentimentos elevados de dever, honra, lealdade, etc.
Por que não divino, por que não sublime? Porque é diferente. Porque divino sugere Deus (o das religiões cristãs) e é necessariamente religioso, porque sublime pode também sugerir alto grau de excelência. A sensação era numinosa, não divina, não sublime. Tive de procurar a palavra no dicionário e não era meu papel evitar que um leitor do texto precisasse fazer o mesmo.

Talvez seja coisa minha, que aprendi a amar as palavras e a admirar o ritmo de uma frase, o modo de descrever coisas mundanas quase como se fossem sublimes, mas eu duvido muito, considerando que 330 mil pessoas escolheram compartilhar ou salvar o significado de cafuné nos seus Tumblrs, por exemplo. E se eu puder dizer cafuné ao invés de "correr os dedos pelo cabelo de alguém que se ama", eu provavelmente vou ficar com a primeira opção. Ainda que precise explicar o que quis dizer. Ainda que faça alguém ir até o dicionário.

Palavras são um tipo de riqueza também. Talvez faça parte reconhecer que você é privilegiado. Você certamente pode utilizá-las pra assegurar sua posição mais alta na hierarquia, se quiser. Não é – e, espero, nunca vai ser – o meu desejo. Mas que coisa linda poder dizer, na minha hipotética narrativa que se passa no Sul do Brasil, que soprava o Minuano, e, naquela que se passa no Sul da França, que soprava o Mistral. Porque certamente esses ventos não são iguais. Se fossem, não precisariam de palavras que os diferenciassem. Cada um deles, tenho certeza, faz tão parte do contexto em que existem quanto outras características. Tipo a população. Ou as árvores. Ou o que quer que seja. E é pra isso que as palavras existem. É praticamente nosso dever utilizá-las vez que outra, pra não deixar que elas sejam esquecidas.

Às vezes, aprender uma palavra nova é quase uma experiência numinosa. Quer dizer, quais são as chances? Um aplicativo te envia ela pela manhã e, pela tarde, ela aparece duas vezes, de surpresa, no meio do livro que você estava lendo?

Tem que ter um pouquinho de sobrenatural nisso.

(adj.) que descreve uma experiência que te deixa temeroso, mas fascinado,
intimidado, mas atraído – o sentimento poderoso e pessoal de ser subjugado e inspirado
Fonte: x

sábado, 11 de outubro de 2014

Taylor Swift Book Tag

Eu adoro a Taylor Swift. Descobri as músicas dela quando tinha uns dezesseis anos e estava atrás de algo que soasse bem como trilha sonora de um trabalho que eu precisava apresentar (ah, que saudades do ensino médio e da possibilidade de transformar seminários em vídeos feitos no Movie Maker). Na época, Taylor era bem country, e eu adorava, mas celebrei a transição dela para o pop (Red é um álbum maravilhoso demais) e, por mais que tenha torcido um pouquinho o nariz pra Shake it off quando ouvi pela primeira vez, no dia seguinte já estava cantarolando, bem alegre, que haters gonna hate hate hate hate hate. Tudo isso, somado à pessoa pública que a Taylor tem apresentado nos últimos tempos, vestindo camiseta de meme do Tumblr e dando entrevistas tipo essas para o Guardian e para a Rolling Stone, me faz continuar admirando a moça mesmo hoje que sou velha (risos).

Daí, não tinha como não amar esse meme para o qual a Ana, do Oh So Fangirl, me indicou.

A proposta é bem simples: relacionar livros diferentes com os títulos de músicas selecionadas da Taylor.


Red (escolha um livro com capa vermelha) • Porque eu sou monotemática, e porque estou pensando em relê-lo, vou ficar com o onipresente (nesse blog) The Scorpio Races, daquela que atualmente deve ser minha autora de YA favortia, Maggie Stiefvater. Nenhumas das edições americanas tem capa realmente vermelha - elas são de um marrom avermelhado - mas vou trapacear um pouquinho porque a edição britânica tem. Amigos, esse livro é lindo lindo lindo. Prosa incrível, cenários maravilhosamente descritos, personagens lindos. (Leiam!!! Ok, prosseguindo).

We Are Never Ever Getting Back Together (um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria "terminar" com ela) • Os Instrumentos Mortais. Sei que essa série da Cassandra Clare é meio polêmica na internet, mas eu me diverti horrores lendo os três primeiros livros da série: tem personagens bacanas, é fantasia urbana que se passa em Nova York, tem amor proibido, tem mocinho ultra sarcástico e convencido... Originalmente, era uma trilogia, mas por motivos de $, provavelmente, e porque a Cassie só sabe escrever no mesmo universo, ela inventou de incluir mais três livrinhos. Li um e meio e: que morte horrível.

The Best Day (um livro que faça você se sentir nostálgica) • Não teria como a resposta ser outra que não Harry Potter e a Pedra Filosofal. Foi o primeiro livro "longo" e "difícil" que eu li, aos oito (nove?) anos, que mais tarde compartilhei com muita gente e através do qual acabei fazendo amizades com pessoas incríveis. Esses dias, enquanto assistia a (parte da) maratona dos filmes na TNT, me peguei sentindo saudades e pensando em quanta sorte eu tive por ter crescido junto com Harry, Rony e Hermione.

Love Story (um livro com uma história de amor proibida) • Depois de muito encarar a estante, fiquei com As Brumas de Avalon. Gente, não sei lidar com incesto, não, desculpa, mas era bem triste acompanhar Arthur apaixonado pela meia-irmã a vida inteira, ainda mais porque eles nem crescerem juntos e... Por que fazem isso, autores? (Aliás, faz muito muito tempo que li essa saga e acho que valia uma releitura).

I Knew You Were Trouble (um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou dele) • Depende de qual é sua definição de um personagem mau. A verdade é que eu costumo gostar dos que são bonzinhos, dos genuinamente esforçados para serem pessoas boas ou de personagens que até se apresentam como "maus" pro mundo, mas na verdade não são (pontos extras se na verdade eles são secretamente ~almas torturadas~ por baixo de todo seu comportamento duvidoso).

Innocent (um livro que alguém estragou o final para você) • Ainda lembro da aula de cursinho sobre Grande sertão: veredas em que ganhei um belo spoiler do final do livro. Tive que ler mais tarde, pra faculdade, mas a verdade é que o spoiler não diminui em nada a força da conclusão do livro.

You Belong With Me (um livro que você está ansiosa para que seja lançado e que você possa ler) • Já fui mais ansiosa com relação a lançamentos de livros, mas a verdade é que nesse momento - tenho evitado as séries, especialmente as não concluídas - não consigo pensar em nada. 20/10/14: Blue Lily, Lily Blue, o terceiro livro do Raven Cycle (Maggie Stiefvater, você por aqui de novo) lança amanhã, então vou ficar com: o quarto livro dessa série, que eu não sei quando chegará até nós. E ainda nem terminei o segundo.

Everything Has Changed (um livro em que o personagem se desenvolve bastante) • São minhas histórias favoritíssimas, por sinal. Gosto muito de personagens que ainda são crianças porque isso costuma acontecer com elas - afinal, é quase inevitável. É o caso da Scout de O Sol é Para Todos. Gosto especialmente do desenvolvimento da visão dela em relação ao vizinho estranho dos Finch, o Boo Radley, mas também de como ela passa a enxergar a si mesma e às suas responsabilidades. Algumas pessoas acham essa última parte um aspecto ruim da obra, mas eu acho que apenas faz parte de crescer.

Forever and Always (o seu casal literário favorito) • Nessa categoria vou ter que imitar a Ana e ficar com Elizabeth Bennet e Sr. Darcy, de Orgulho e Preconceito. Já declarei publicamente meu amor por esse último aqui no blog, e eu obviamente admiro demais a Lizzy e simplesmente amo o desenvolvimento tanto de cada um dos personagens individualmente quanto da maneira como percebem um ao outro. E não há palavras para: "Não posso definir a hora, ou o lugar, ou o olhar, ou as palavras que estabeleceram a fundação. Faz muito tempo. Eu estava no meio antes de saber que havia começado".

Come Back, Be Here (escolha um livro que você não gosta de emprestar por medo de nunca mais voltar) • Eu já disse aqui antes que não tenho muitos problemas com isso. Não tenho nenhum livro raro nem nada, então talvez meus livros que possuem dedicatórias sejam aqueles que eu não gostaria de jeito nenhum de perder.

Pra variar, não sei pra quem indicar. Fiquem à vontade pra responder ao meme, se quiserem. E, por sinal: alguém mais está louco pra ouvir 1989?